A Arte e a Ciência da Nova Tecnologia de Analítica

08 15Há cerca de cinco anos o redator desta newsletter vem pesquisando sobre a revolução causada pelas novas tecnologias de Analítica (entendida como a descoberta, e a comunicação de padrões, com significado, em dados).  A todo instante, damo-nos conta de novas tecnologias, novas ferramentas, e, como não poderia deixar de ser, publicações a respeito.

Um publicação em particular chama a atenção pelo fato de, apesar de não ser tão recente (do final de 2012), conter uma abordagem interessante.  Trata-se de uma edição da revista Technology Forecast da empresa PwC, intitulada “Reshaping the workforce with the new analytics” (Reconformando a força de trabalho com a nova analítica).  A edição (um trabalho com 72 páginas) tem quatro capítulos (além de uma introdução):

a) Uma introdução, intitulada “The right data + the righ resolution = a new culture of inquiry” (O dado certo + a resolução correta = uma nova cultura de investigação);

b) “The third wave of customer analytics” (A terceira onda de analítica de consumidores);

c) “The art and science of new analytics technology” (A arte e a ciência da nova tecnologia de analítica);

d) “Natural language processing and social media intelligence” (Processamento de linguagem natural e inteligência de mídia social); e,

e) “Building the foundation for a data science culture” (Construindo o alicerce para uma cultura de ciência dos dados).

Os organizadores do trabalho observaram que a ciência tem focalizado há tempos no entendimento de fenômenos se baseando em dados.  É o chamado método científico.  Empresas, observaram os organizadores, também usam dados para os propósitos de entenderem os resultados de seus negócios e, mais recentemente, a efetividade e a eficiência de seus processos de negócios.

Mas pelo fato de operar um negócio não ser a mesma coisa que fazer um experimento científico, tem havido uma grande divergência entre a analítica, como aplicada na ciência, e os métodos e processos que definem analítica na empresa. A diferença, em parte, tem sido uma questão de escala e instrumentação.

Mesmo um grande experimento científico (colocando de lado o Large Hadron Collider- ou Grande Acelerador de Partículas) irá introduzir suficiente controle em torno da investigação de interesse para limitar a quantidade de dados coletados e analisados.  Qualquer grande empresa compreende dezenas de milhares de partes móveis, de empregados aos consumidores, aos fornecedores, aos produtos e serviços.  Mensurar e reter dados em todos os aspectos de uma empresa ao longo de todos os períodos relevantes de tempo, são tarefas ainda extremamente desafiadoras, mesmo com as capacidades de TICs dos dias de hoje.

Mas focar nos mais importantes determinantes de sucesso em um contexto de empresa para instrumentação ampliada – frequentemente para informação de consumidores – pode, e já está sendo feito hoje.  E com a Lei de Moore continuando a pagar dividendos, esta instrumentação irá expandir no futuro.  No processo, e com cuidadosa atenção para a apropriada resolução dos dados coletados, as empresas que têm se apoiado inteiramente na arte da administração irão crescentemente se combinar na ciência da analítica avançada.  De modo não surpreendente, o novo papel emergindo na empresa para dar suporte a estes esforços é frequentemente chamado de um “cientista de dados”.

Em resumo, esta edição da revista Technology Forecast da PwC examina a analítica avançada através das lentes desta crescente instrumentação à disposição das empresas. Uma leitura interessante (marcadamente para gestores de negócios) numa linguagem acessível e atualizada!

Se sua empresa, organização ou instituição deseja saber mais sobre tecnologias de analítica, fique a vontade para nos contatar!

 

 

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