Global Connectivity Index- GCI 2015 (Índice de Conectividade Global- ICG 2015)

12 15Nós já estávamos acostumados com era dos índices globais produzidos por organizações o Banco Mundial, o Fundo Monetário Internacional, e a Organização Mundial do Comércio. Depois surgiram aqueles índices do Fórum Econômico Mundial, como o GCI - Global Competitiveness Index (Índice de Competitividade Global - ICG), e o Network Readiness Index- NRI (Índice de Preparo em RedeIPR), contido emThe Global Information Technology ReportRelatório Global de Tecnologia da Informação.  A partir de 2007 a World Intelectual Property Organization, junto com a Johnson Cornell University, e a Escola de Negócios INSEAD, passou a produzir The Global Innovation Index (Índice Global de Inovação). 

A última edição do Global Innovation Index (de 2014) teve a colaboração da empresa chinesa Huawei (a Huawei Technologies Co. Ltd. é uma multinacional de equipamentos para redes de computadores, telecomunicações, e smartphones, sediada em Shenzen, na província de Guangdong, na China) e da Confederação da Indústria da Índia.  Há poucos dias o mundo tomou conhecimento de que a Huawei desenvolveu um novo índice global: o Global Connectivity Index- 2015 (Índice de Conectividade Global- ICG 2015).

A Huawei partiu do entendimento de que a economia de todos os países (queiram eles ou não) está se transformando em uma economia digital.  A rápida proliferação de tecnologias como Cloud Computing, Big Data e Analitics (o que o editor desta newsletter denomina de “Novo ABC das TICs”), e mobilidade combinadas com muitas mudanças tecnológicas significativas, tem criado um ambiente de TICs que tem capacitado a Internet das Coisas (IoT) a emergir e se tornar uma das forças disruptivas da economia dos nossos tempos.

A mais importante necessidade para a IoT – conectividade – se tornará tão ubíqua e espalhada que no ano de 2025 o número de artefatos de IoT instalados, conectados, e autonomamente gerenciados atingirá a marca de 100 bilhões.  Logo, entende a Huawei, o impacto positivo que um Better Connected World (Mundo Conectado Melhor) pode ter em qualquer país, social e economicamente, é evidente e se correlaciona bem com a dinâmica em torno da oferta, da demanda, da experiência, e da conectividade potencial.  De fato, ao mensurar, analisar, combinar, e prever conectividade dinâmica múltipla, não somente o status presente da saúde econômica de um país pode ser determinado em relação a outros, mas pode também ser previsto.  E isto pode ser feito ao se calcular um Global Connectivity Index- GCI.

A Huawei demonstra que vários insights (discernimentos) podem ser observados pelo GCI, dos quais destacamos os seguintes: a) O GCI tem uma forte correlação com o PIB dos países; b) Um aumento em 20% no investimento em TICs de um país contribui para um crescimento no seu PIB em 1%; c) O desempenho do GCI de um país pode ser categorizado em três clusters (grupos): Líderes, Seguidores e Iniciantes. Líderes são as economias maduras; Seguidores são principalmente os países em desenvolvimento; e Iniciantes são economias em desenvolvimento que estão bem distantes dos outros países.

A Huawei observa que nos próximos 10 anos países em desenvolvimento como China, Indonésia, Brasil, dentre outros, irão desfrutar uma transformação digital mais rápida do que as economias maduras devido aos seus altos crescimentos em gastos com TICs, grandes forças de trabalho em TICs, e população consumidora de dados.

O ponto final a destacar nesta newsletter não é tanto a posição do Brasil neste índice, mas sim o fato de uma empresa de tecnologia chinesa (ainda pouco conhecida dos brasileiros, apesar dela já atuar no nosso país) estar dando ao mundo uma grande contribuição para o entendimento das grandes transformações da economia global.  O que nos remete à seguinte pergunta: cadê as contribuições equivalentes de nossas empresas de TICs?

Se sua empresa, organização ou instituição deseja saber mais sobre o Índice de Conectividade Global- ICG 2015, não hesite em nos contatar!

 

 

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