IoT: Do Conceito à Prática

09 18Nesta semana o editor desta newsletter e Eduardo Peixoto, Executivo-Chefe de Negócios do CESAR – Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife estarão participando (como professores, com a aula “Acelerando a Mudança dos Modelos de Negócios na Direção de Serviços”) de um curso à distância sobre Internet das Coisas (Internet of Things – IoT) promovido pelo Instituto de Tecnologia e Sociedade – ITS da Fundação Getúlio Vargas no Rio de Janeiro.

Eduardo Peixoto tratará sobre vários temas: a) o que é a IoT; b) a evolução de produtos mecânicos e isolados a inteligentes e conectados; c) encurtando a distância entre quem produz e quem consome; d) rumo à orientação a serviços na indústria de bens; e) os cenários para a indústria de bens; f) uns poucos casos no Brasil; e, g) o desafio para o Brasil.

Este editor tratará a IoT do conceito à prática. Neste sentido, partirá do ponto em que a IoT passou a ter visibilidade comercial, quando a empresa de consultoria e aconselhamento na indústria de TICs, Gartner Group, começou a incluir o conceito na sua metodologia dos Hype Cycles a partir de 2011.

Para os não familiarizados, os Gartner Hype Cycles - GHC oferecem uma representação gráfica da maturidade e da adoção de tecnologias e aplicações, e como elas são potencialmente relevantes para resolver problemas reais de negócios e para explorar novas oportunidades. A metodologia GHC dá uma visão de como uma tecnologia ou aplicação irá evoluir ao longo do tempo, oferecendo uma sólida fonte de discernimentos para gerenciar seu emprego no contexto de suas metas específicas de negócios.

Os Hype Cycles são cinco:

Innovation Trigger (Disparador de Inovação): Um avanço numa potencial tecnologia começa a disparar coisas. Estórias iniciais de provas de conceito e interesse da mídia disparam publicidade significativa. Frequentemente nenhum produto usável existe, e a viabilidade commercial não está provada;

Peak of Inflated Expectations (Pique de Expectativas Inflacionadas): Publicidade prematura produz um número de estórias de sucesso – frequentemente acompanhadas por escores de fracassos. Algumas companhias tomam ações; muitas não;

Trough of Disillusionment (Vale de Desilusão): Interesse se esvai à medida que experimentos e implementações fracassam em entregar resultados. Produtores da tecnologia são sacudidos ou fracassam. Investimentos continuam somente se ofertantes sobreviventes melhoram seus produtos para a satisfação dos early adopters (adotadores iniciais);

Slope of Enlightenment (Aclive de Iluminismo): Mais instâncias de como a tecnologia pode beneficar a empresa começam a cristalizar e se tornarem mais amplamente entendidas. Produtos de segunda e terceira gerações aparecem a partir dos produtores. Mais empresas financiam pilotos; companhias conservadores permanecem cautelosas.

Plateau of Productivity (Platô de Produtividade): Adoção mainstream (principal ou mais relevante) começa a decolar. Critérios para avaliar a viabilidade do ofertantes são mais claramente definidos. A aplicabilidade e a relevância de mercado maiores da tecnologia são claramente recompensadoras.

Na Figura 1 à frente, a mais recente do Gartner, apresenta os Hype Cycles, indicando a posição das plataformas IoT como começando a atingir o pique de expecativas inflacionadas, e se tornando mainstream dentro de dois a cinco anos.

Após essa introdução, este editor abordará a IoT sob a ótica de seu conceito de Trindade Essencial (tratado pela primeira vez aqui na newsletter de 17-06-2012, e no livro “Effects of IT on Enterprise Architecture, Governance and Growth”, de 2015). Finalmente, o mesmo apresentará dois vídeos (o primeiro tratando da plataforma de IoT da empresa GE - o PREDIX, e o segundo tratando da plataforma de IoT da empresa Amazon - o AWS IoT), para terminar com sua visão estratégica para a IoT no Brasil.

Se sua empresa, organização ou instituição deseja saber mais sobre IoT, não hesite em nos contatar!

 

l09F1

 

banner

Creativante 2017 - Todos os direitos reservados